domingo, 6 de dezembro de 2009

Tô querendo falar e viver de amor...
Não dos meus amores de sempre, do amor famoso
Amor de apartamento, cama e sonhos

Tô querendo ler poesia e ouvir mentiras
Tô querendo amar, sabe como é?
Ver passarinhos e causar suspiros

Quero um verso em par, uma prosa dupla e um sonho só
Quero traduzir uma música, pensar no nome do cachorro e ter em mim suspiros inesgotaveis
Tô querendo falar e viver de amor...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009



Daqui a cinco anos você estará bem próximo de ser a mesma pessoa que é hoje, exceto por duas coisas: os livros que ler e as pessoas de quem se aproximar. Charles Jones








                         Me sinto feliz e segura quando me vejo em fotos assim.

sábado, 14 de novembro de 2009

Cheguei a conclusão que amar não é suficiente, nunca foi e nem será... isso acho eu...
Vejo tantos amores que deram um fim no meio da relação, e sempre a parte que eu converso - seja essa a parte, terminada ou partida - diz que - ah! eu gosto dela(e), mas....
Gosta por que fica feio dizer que ama depois do tempo, partida, do fim.
Se gosta, ama ou tem amor... por que do fim?

Tive por esses tempos um amor com fim e começo.
Tão chato.
E logo no longo de três anos a gente se deu conta de que o meio estava vazio.
Eu disfarcei, ele saiu pelos fundos e do jeitinho que começou acabou.
A gente desenhava o fim com vários filhos e a velhice na varanda, também prometiamos que no caso da crise lutariamos, por que o fim era um só, um fim dos dois.
Quando a gente se deu conta de que a balança acusava quilos a mais, e a gente suspiros a menos e o branco impreexivel do meio, acha que lutamos?
Não, fizemos melhor: olhamos pro lado ele foi buscar uma bebida, eu disse que ía ao banheiro e nunca mais falamos, em lutas, filhos e no fim...
Foi então que tivemos então o nosso fim, não o fim dos dois...um fim para o dois.

- Ah! eu gosto dele, mas...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Conheci um cara hoje.
Só o conheci.
Enquanto conversavamos eu senti um cheiro familiar.
O cheiro dele, estranho, não?!
Cheiro bom e sensação ruim.
Saí a francesa.
Ele não usava colonia francesa.
Não parecia,
era cheiro de pele.
Um cheiro de pele conhecida em
pele desconhecida.
Tive que sair a francesa para não
dar uma de baiana.

Será isso por que estou eu
a flôr da pele?



Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo
Do juízo final [...]

domingo, 11 de outubro de 2009

Janta -




Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar

Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade

Eu quis te convencer mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade

Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that i'm sad
I'll take a ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them together

Cause i can forget about myself, trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I let you stay with me if you surrender

Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
(I can forget about myself trying to be everybody else)
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
(I feel all right that we can go away)
Pode ser a eternidade má
(And please my Day)
Eu ando sempre pra sentir vontade.
(I’ll let you stay with me if you surrender)

 
 
 
 
Tanta poesia e tanta música que falam de amor, e eu aqui oca e ogra por dentro.
Tenho uma grande conhecida e bonita menina que ama, ama muito e todo mundo, certa ela, não?
Eu queria enteder como consegue, o que ela fez?
Só a sorte de nascer bonita já não era o suficiente e ela tinha que ser uma das pessoas mais apaixonadas das quais conheço.
Toda pessoa bonita é apaixonante, ela é apaixonada.
Queria conseguir, queria sentir isso com a metade da frequência que ela sente.
Depois que me livrei do último tormento, não consigo pensar em amor e ela sempre lá, amando, desamando, amando denovo e feliz.
Eu sei que a solidão me faz bem, acho que melhor que o amor- claro que digo isso por arrogância.
E ela lá e é feliz com todos eles, me parece pelo menos, e deve de ser, pois são todos os numeros e tamanhos que ela ama ou experimenta.
Não, não quero que pareça julgamento ou inveja da beleza, é inveja sim, mas da facilidade que ela lida com o seu proprio amor, não com o amor alheio.
É malabarismo ou ballet? É trio eletrico ou é mozart? Classico ou abstrado?
Não venha me dizer que meu amor é mais puro do que o dela - apesar de duvidar - pode ser, mas de que adianta um amor puro se não se sabe lidar com isso?
Ah! pouco ou nada sei de amor.
Menos ainda se dele preciso ou sinto falta.
Não sei se é a falta do que fazer, mas eu gostaria disso um pouco mais entender.
 
Vou Jantar.

sábado, 10 de outubro de 2009




Olha como eu era autêntica, bonita e apaixonante.
Sabe quando você não ligava pra nada e tinha tudo?
Olhei e deu uma saudades de quando só usava essa calça e esse tênis, e era muito feliz com isso.
Eu ainda tenho a mesma calça e o mesmo tênis, mas eu já não fico tão bem.
Não foram os quilos ou o tempo. Fui eu.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Nada que te diz respeito

Nada que te diz respeito eu consigo jogar fora

E o tempo, que era pra levar, traz resistir
Carrego vivas na lembrança marcas de um passado
que não vão embora.
Nada que te diz respeito eu consigo jogar fora

O que é que eu vou fazer pra acabar com esse tormento?
O que é que eu vou fazer pra pôr um fim nesse lamento?
O que é que eu vou fazer pra te ver fora do meu mundo?
O que é que eu vou fazer?

Eu vou riscar seu nome do caderno
E vou rezar aos santos e orixás
Pra ver se um novo amor me acontece (acontece)
E o seu que vá morar em outro lugar

O que é que eu vou fazer das coisas que você deixou?
O que é que eu vou fazer nas outras que você levou?
O que é que eu vou fazer pra te ver fora desse mundo?
O que é que eu vou fazer?

Nada que te diz respeito eu consigo jogar fora
E o tempo, que era pra levar, traz resistir
Carrego vivas na lembrança marcas de um passado
que não vão embora.
Nada que te diz respeito eu consigo jogar fora

O que é que eu vou fazer pra acabar com esse tormento?
O que é que eu vou fazer pra pôr um fim nesse lamento?
O que é que eu vou fazer pra te ver fora do meu mundo?
O que é que eu vou fazer?

Roupa de cama, taça de vinho, descanso de prato, tv e o disco de vinilPorta-retrato; na cama, o espaço, o laço, o abraço e o beijo que você partiu.

O que é que eu vou fazer?





Acho que voltei.