É até precipitado dizer, mas amo você
Já sinto medo de lhe perder
Me devolveu a poesia e levou em troca sonhos ruins
Anda me fazendo feliz e me deixando cada dia mais segura
Segura de que posso viver sozinha sempre e que sou feliz comigo
É o que eu mais amo em você
Saber que você pode partir a qualquer momento, e que vou ficar aqui e bem.
E por não me importar é que me importo em te ter por perto
Me entrego, não me nego
e
te amo!
pode até ser precipitado dizer...
Aquele canto/ onde conto/ o que não contaria/ com toda a certeza/ a contadores de historias/ contadores e/ vivedores de amor
sábado, 19 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Soneto do amor total
Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.
Vinícius de Moraes
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Testemunha ocular.
Aqui em cima do muro , é seguro. Juro! Do romance que eu criei, da minha obra prima, só tenho uma testemunha. E foram os olhares que se encontraram . Autonômos. E eu deixei. O que mais iria querer, além daqueles olhos. Eu forçava o acaso para descobrir alguma novidade. E me contentava com as pequenas descobertas diárias. Os olhares constantes tinham um trato, tinha que ser de longe. As oportunidades perdidas e a indiferença aparente, eram truques para aumentar a expectativa do desfecho. O desfecho? Emocionante! Surgiu alguém para o outro. E eu cansei. De amor platônico não se brinca sozinho, não tem graça. Os olhares são ainda amigos, mas estão conformados. Coitados! E eu já não quero apenas olhares, quero palavras, gestos...
Afinal para que faça sentido, há de existir todos os sentidos. Não?
.
Afinal para que faça sentido, há de existir todos os sentidos. Não?
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Por Âmala Barbosa
( Achei no blogger da Jaque e ele se projetou pra cá)
( Achei no blogger da Jaque e ele se projetou pra cá)
domingo, 6 de dezembro de 2009
Tô querendo falar e viver de amor...
Não dos meus amores de sempre, do amor famoso
Amor de apartamento, cama e sonhos
Tô querendo ler poesia e ouvir mentiras
Tô querendo amar, sabe como é?
Ver passarinhos e causar suspiros
Quero um verso em par, uma prosa dupla e um sonho só
Quero traduzir uma música, pensar no nome do cachorro e ter em mim suspiros inesgotaveis
Tô querendo falar e viver de amor...
Não dos meus amores de sempre, do amor famoso
Amor de apartamento, cama e sonhos
Tô querendo ler poesia e ouvir mentiras
Tô querendo amar, sabe como é?
Ver passarinhos e causar suspiros
Quero um verso em par, uma prosa dupla e um sonho só
Quero traduzir uma música, pensar no nome do cachorro e ter em mim suspiros inesgotaveis
Tô querendo falar e viver de amor...
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